Seria ontem, a 13 de março, que Maria José Moura (1937-2018) completaria 85 anos. Conhecida como a ‘mãe’ da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, nasceu em Évora, mas o seu espírito inquieto levou-a, ao longo da sua vida, muito além das fronteiras de Portugal.
No mês do seu nascimento, o Arquivo de Ciência e Tecnologia da Fundação para a Ciência e a Tecnologia presta homenagem a Maria José Moura em reconhecimento do seu papel no desenvolvimento cultural e social do país.
Assim, convidamos a que todos leiam um pequeno artigo de divulgação sobre quem foi Maria José Moura e o papel decisivo que teve para a criação das Bibliotecas tal como existem hoje, muito mais do que depósitos de livros, um serviço à comunidade. De uma forma geral desempenhou ao longo da sua vida profissional funções e cargos relevantes para progresso dos serviços de informação e documentação.
Lutou para “criar profissionais competentes, empenhados e socialmente comprometidos”. A criação da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, em 1973, da qual Maria José Moura foi umas das fundadoras e presidente, constituiu um marco importante na sua luta pela dignificação da profissão. O resultado foi a inclusão, por parte da Administração Pública, da profissão na lista das profissões especiais.

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